BRASIL: Petrobras aumenta preços da gasolina e do diesel

Após duas quedas consecutivas, a Petrobras anunciou nesta quinta-feira (20)aumento de 2,2% no preços da gasolina e de 4,3% no preço do diesel. Os novos valores entram em vigor nesta sexta (21).
Os percentuais referem-se à alta no preço cobrado pela estatal às distribuidoras. A companhia estima que, nas bombas, a alta será de 1,2% (ou R$ 0,04 por litro) no caso da gasolina e de 2,9% (ou R$ 0,09 por litro) no caso do diesel.
Os preços, porém, são livres e o repasse dependerá de políticas comerciais de cada distribuidora e revendedor de combustíveis.
“A decisão é explicada principalmente pela elevação dos preços dos derivados nos mercados internacionais desde a última decisão de preço, que mais que compensou a valorização do real frente ao dólar, e por ajustes na competitividade da Petrobras no mercado interno”, disse a empresa em comunicado.
A política de preços de combustíveis estabelecida pela Petrobras em outubro de 2016 prevê revisões mensais de acordo com as condições do mercado internacional e da competitividade dos produtos da empresa no mercado brasileiro.Em 2017, a estatal havia promovido duas reduções nos preços, em janeiro e fevereiro. Em março, manteve os valores estáveis.
Com as quedas, o preço médio da gasolina no Brasil atingiu na última semana o menor valor desde setembro de 2016, de acordo com pesquisa da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis): R$ 3,639 por litro.
Nos últimos meses, o preço da gasolina tem dado importante contribuição à queda da inflação no país. Em março, o produto caiu nas bombas 2,21%, segundo o IBGE. Em fevereiro, a queda foi de 0,25%. Com informações da Folhapress.

Desemprego bate novo recorde e já atinge mais de 13 milhões no Brasil

O desemprego no trimestre encerrado em fevereiro deste ano bateu novo recorde e chegou a 13,2%, informou o IBGE na manhã desta sexta-feira (31). Pela primeira vez, o número de desempregados ultrapassou os 13 milhões: ao todo, foram 13,5 milhões de pessoas procurando emprego no período. O número representa uma alta de 1,4 milhão com relação ao trimestre encerrado em novembro, quando a taxa de desemprego foi de 11,9%. Os dados constam da Pnad Contínua, a pesquisa oficial de emprego do instituto. O indicador abrange trimestres móveis.Nesta divulgação, o indicador refere-se a janeiro deste ano e aos meses de dezembro e novembro do ano passado. Em função dos trimestres móveis, o IBGE recomenda comparação de períodos em que não há sobreposição de meses. Neste caso, portanto, a comparação com o trimestre imediatamente anterior é feita com o período de setembro, outubro e novembro. O desemprego aumentou também na comparação anual do indicador. No trimestre encerrado em fevereiro de 2016, a taxa de desemprego esteve em 10,2%. Em um ano, o número de pessoas na fila do emprego aumentou 3,2 milhões. O rendimento trabalhador ficou estável, tanto na comparação com trimestre anterior quanto com o mesmo trimestre de 2016, em R$ 2.068.

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