Governo lança projeto piloto do documento nacional de identificação, que reúne CPF e título de eleitor

Servidores do Ministério do Planejamento e do Tribunal Superior Eleitoral serão os primeiros a ter acesso ao documento. Meta do governo é que população possa solicitar o DNI a partir de julho.
O governo federal lançou nesta segunda-feira (5) o projeto piloto do Documento Nacional de
Identificação, que reunirá, num primeiro momento, o CPF e o título de eleitor.
O DNI poderá no futuro incluir outros documentos, desde que sejam firmados convênios
com órgãos públicos para a integração da base de informações.
O Ministério do Planejamento informou que a nova identificação dispensará a apresentação
de papéis como CPF, certidão de nascimento, casamento ou título de eleitor.
A solicitação do DNI será feita por meio de um aplicativo gratuito para smartphones
ou tablets, disponível nas plataformas Android e iOS. A partir desta segunda (5),
de acordo com o TSE, a solicitação estará disponível para cerca de 2 mil servidores
do tribunal e do Ministério do Planejamento. Eles trabalharão em eventuais ajustes no serviço.
De acordo com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), a meta é que,
a partir de 1º de julho, os demais cidadãos, que tenha feito cadastro biométrico, possam
solicitar o DNI.
A cerimônia de lançamento do projeto piloto, no Palácio do Planalto, contou com as presenças
de autoridades como o presidente Michel Temer, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),
ministo Gilmar Mendes, e o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira.
“É dever de todos nós colocarmos a evolução tecnológica à serviço do cidadão.
É o que fazemos todos hoje com o lançamento do piloto do documento nacional de identificação”,
disse Temer em discurso. "A ideia de um documento de identidade todo digital que possamos
acessar pelo telefone é muito prática. A vida de tudo mundo de alguma maneira ficará mais fácil", completou.
Dyogo Oliveira destacou que o DNI vai facilitar o dia a dia do cidadão ao reunir diferentes
documentos e informações, como bancos de dados do governo federal.
“A partir desse aplicativo você vai ter a integração de outros documentos, junto com a base
de dados biométricos que o TSE já vem construindo”, disse. “O cartão do SUS pode ser a

próxima fase [de integração ao DNI]”, completou.

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